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Abr 09
publicado por André Pereira, às 23:00link do post | comentar

A entrevista do primeiro-ministro à RTP pouco acrescentou em termos de novidades. Por entre a crise financeira, o caso Freeport, houve um tema que se destacou entre os demais: as palavras do Presidente da República.

 

Judite de Sousa estava imparável e as suas perguntas andaram quase sempre à volta das palavras de Cavaco. Não se ouviu uma única vez falar do PSD. Cavaco, Cavaco e mais Cavaco. Mas a que propósito? Outro não vejo que o da mesquinhez jornalística na tentativa de arranjar um novo caso político.

 

Sócrates esteve menos agressivo para com os jornalistas, demonstrou a tranquilidade do costume e nem o caso Freeport o atrapalhou. Eu não esperava muito desta entrevista. Mas esperava muito mais dos jornalistas. Com entrevistadores fracos não se fazem boas entrevistas.


Desta vez tenho mesmo que discordar de ti. Porque não tens mesmo razão nenhuma - em vários pontos, aliás.

Comecemos:

- o tema Cavaco Silva teve que ser discutido ao pormenor porque Sócrates não percebeu que as palavras do Presidente eram para o Governo. E eram;

- Sócrates foi, de facto, demasiado agressivo para com os jornalistas. O que se deveu, em parte, à má preparação da mesma. O à vontade do primeiro ministro na maior parte das situações foi por culpa, isso sim, da prestação fraquinha, fraquinha dos jornalistas.


Como dizia a Teresa de Sousa no Público de hoje, a entrevista foi de facto um acontecimento sem novidades. Sócrates igual a ele mesmo, passando pelos jornalistas nas calmas. "Um clássico".
Simão Martins a 22 de Abril de 2009 às 19:27

Concordo plenamente com o simão. este post não merece mais comentários, porque, ò andré, mais facciosismo é impossível. então recusas te a ver o óbvio? os jornalistas não podem criar um caso, porque ele já existe. e se existe é porque JS o criou ao responder, e depois hipocritamente o negar, ao PR.
Alexandre Veloso a 22 de Abril de 2009 às 21:29

Só pode haver um motivo para as vossas palavras: não compreenderam o que eu disse.
Alexandre, facciosismo? Mas a que propósito? Sou independente, penso pela minha cabeça e não estou comprometido com nada. Só quem não viu a entrevista é que n entendeu o objectivo da Judite de Sousa. Mas agora digam-me: porque motivo vocês pensam que as palavras de Cavaco eram para o governo, e eu não posso pensar o contrário? Eu não disse que as palavras do PR não eram para o governo. Disse uma coisa diferente. Pena que não o tenham entendido.
André Pereira a 22 de Abril de 2009 às 22:55

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